Brasil, refúgio da escória do mundo – Yashá Gallazzi.

Uma nota

Caros, segue um texto longo, desses que fogem do chamado “padrão da internet”. Não me importo. Escrevo mais por dever moral, do que para convencer quem quer que seja dos meus argumentos. Apesar disso, convido-os a ter alguma paciência e ler tudo até o fim (quem não tiver, pode ler o artigo que escrevi lá pro Implicante, que é consideravelmente menor). Acredito que conseguirei evidenciar por que o Brasil apartou-se da civilização e atirou-se, em definitivo, na mais abjeta barbárie.

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Prólogo

Daqui a algumas décadas, as futuras gerações olharão para a última quarta-feira, 8/6/2011, e se lembrarão da data como o momento exato em que o Brasil rompeu em definitivo com o mundo democrático e civilizado, abraçando-se fraternamente ao terrorismo.

A decisão do STF de manter no brasil o assassino italiano Cesare Battisti sodomiza a democracia brasileira de forma, a meu ver, irreparável. Custo a acreditar que este país se reerguerá de tal episódio… O eterno “país do futuro” deitou eternamente no berço explêndido encharcado pelo sangue dos inocentes que Battisti e seu grupelho terrorista – o Proletários Armados pelo Comunismo – derramaram.

Não, meus caros! Battisti não é um “ativista político”, como insiste em afirmar a imprensa brasileira, pautada pelos mesmos ideólogos que arquitetaram a chicana jurídica destinada a colocar nas ruas do país, ao lado de pessoas civilizadas e inocentes – como eu e vocês – essa escória. Battisti é um sociopata, um assassino frio que atuou diretamente em quatro atentados. Em três deles, aliás, agindo em primeira pessoa – isto é, puxando o gatilho contra suas vítimas.

No artigo que escrevi para O Implicante vocês poderão encontrar alguns detalhes sobre os crimes pelos quais Cesare Battisti foi processado, julgado e condenado pela justiça italiana. Exorto-os a lê-lo, para que possam entender algumas nuances que o noticiário local acaba deixando de lado.

Aqui, para não me alongar ainda mais – nem me repetir desnecessariamente -, vou mencionar apenas en passant duas das ações criminosas dele. Aquelas que, pessoalmente, me marcaram mais.

Os crimes de Battisti: a história verdadeira

Cesare Battisti planejou e concorreu diretamente para a morte do empresário Pier Luigi Torregiani, num atentado que terminou ferindo também o filho da vítima, Alberto Torregiani – que está condenado a viver numa cadeira de rodas, em razão das sequelas.

A família Torregiani se tornou alvo de Battisti porque Pier Luigi, reagindo a um assalto realizado em seu restaurante, acabou trocando tiros com os bandidos e matando um deles. Aos olhos dos Proletários Armados pelo Comunismo, os assaltantes estavam “lutando contra o capitalista explorador”. A decisão de matar Torregini foi tomada a fim de vingar o “operário” morto, como se um bando de assaltantes representassem uma espécie de vanguarda da luta de classes.

A respeito disso, vejam o vídeo abaixo. Nele, Alberto Torregiani conta alguns detalhes do crime que destruiu sua família.

Algum tempo depois, o grupo terrorista de Battisti voltou a agir, desta vez com participação direta do italiano nos fatos criminosos. Foi em 1979, quando o agente de segurança Andrea Campagna foi morto pelas mãos de Battisti, numa ação destinada a punir aquele que estava investigando o atentado antes mencionado, contra a família Torregini. Isso também diz muito sobre o caráter e a moral desse sujeito, tratado como herói pelas esquerdas brasileiras.

Parlamentares do PSOL e o petista Eduardo Suplicy abraçam o terrorista. Esse é o “outro mundo possível” dessa gente.

Não há, pois, que se falar em crime político. Battisti foi apenas um assassino comum, que matou inocentes. O fato dele ter uma “causa” aliada à sua sociopatia homicida não o torna melhor. Antes: o torna mais perigoso! Basta analisar a história e ver o que maníacos com uma causa foram capazes de fazer… Os 6 milhões de judeus mortos por Hitler, os 30 milhões mortos por Stalin e os 70 milhões mortos por Mao dão uma boa idéia do que digo.

Ademais, basta usar a lógica para refutar a tese de crime político, como já feito pelo próprio STF: o assassino de Martin Luther King Jr. cometeu um crime político? Ele deveria ter recebido refúgio em algum outro país? Ora, claro que não! E o fazendeiro Bida, que ordenou a morte de Dorothy Stang? Não terá sido aquele um crime político? Se foi, então ele deve ser protegido pelo STF e colocado na rua, não é mesmo? Afinal, é impossível negar que entre as vítimas e seus algozes havia enormes diferenças político-ideológicas, não é mesmo? Seria isso bastante para caracterizar os crimes como tendo sido políticos?

Ora, claro que não! Luther King Jr. e Stang foram vítimas de criminosos comuns, que devem ser tratados como aquilo que são: assassinos vagabundos! Por que com Battisti deveria ser diferente? Notem que pretendo ser bem objetivo, para que não haja dúvida: dependesse de mim, todos os assassinos dessa espécie iriam pra cadeia! É no mundo do progressismo brasileiro que um assassino merece a liberdade, só porque beijou a cruz do esquerdismo.

A vergonhosa decisão do STF, ecoada pela OAB

Os seis ministros que votaram pela permanência de Battisti no Brasil valeram-se de argumentos baixos, estúpidos e até mesmo ofensivos. Transformaram uma questão objetiva, destinada a decidir o futuro de um assassino condenado, numa exortação do nacionalismo mais simiesco e – por que não dizer? – fascista que pode existir.

A mais pura verdade é que as teses levantadas por suas excelências não resistem a trinta segundos de embate lógico, e envergonham a mais alta corte da justiça brasileira. Como quando Ricardo Lewandowski afirmou ter “convicção da culpa de Battisti”, mas votou por libertá-lo mesmo assim, em atenção à vontade do ex-Presidente Lula. Ou, ainda, quando Joaquim Barbosa teve o cinismo de sugerir que o carniceiro sérvio, Ratko Mladic, procurasse, também ele, refúgio no Brasil, um lugar que “protege as pessoas de seus algozes”. Não tenho receio nenhum de afirmar que o ministro Barbosa, com esse raciocínio, envergonha a Suprema Corte brasileira como nunca ninguém antes o fez. Ele não embaraça apenas seus pares, ou a sociedade brasileira. Ele embaraça a própria espécie humana!

Fazendo eco à maioria formada no STF, a OAB (essa instituição que alguns anos atrás zelava pela democracia ao pedir o impeachment de Collor, mas que hoje usa seu tempo livre para ser bedel de Twitter) disse que “o Brasil fez valer sua soberania”. A coisa toda é tão rasteira, tão terceiro-mundista, que provoca ânsia de vômito!

Dizer que a Itália atentou contra a soberania brasileira não é apenas ofensivo. É estúpido mesmo! O estado italiano seguiu todos os caminho legais estipulados no direito internacional, recorrendo, dentro do que era previsto na legislação, ao STF. Uma vez tomada a vergonhosa decisão, o que fez a Itália? Alguém viu Berlusconi ofendendo o Brasil? Por acaso ameaçaram este país com uma guerra, ou algo assim? Onde está, afinal a tal ameaça à soberania nacional? É ridículo! É coisa típica de uma republiqueta bananeira, que precisa latir para um país do primeiro mundo a fim de se afirmar. É, enfim, o famoso “complexo de vira-lata” em seu estado puro.

O jurista Francisco Rezek, ex-ministro do STF e uma das mentes mais respeitadas no meio jurídico internacional, falou sobre o caso e, bem… disse o óbvio: o Brasil errou! Ele acredita que o resultado poderá ser revertido na Corte Internacional de Haia, para onde o estado italiano pretende levar o caso agora.

As reações na Itália: todos, inclusive a esquerda, criticam o STF

Desnecessário dizer que o governo italiano reagiu com indignação ao julgamento. O Presidente da República, Giorgio Napolitano, disse que a do STF foi “uma decisão deplorável”. Pier Luigi Bersani, líder do Partido Democrático, falou em “decisão inaceitável”. Ambos têm em comum uma vida política toda forjada dentro da esquerda, o que mostra, de forma incontestável, que Battisti não é um ativista político perseguido coisíssima nenhuma, mas apenas um criminoso comum usando sua amizade com políticos brasileiros para fugir da justiça.

Parlamentares da situação também criticaram com veemência o Brasil. O ministro das relações internacionais, Franco Frattini, foi duro: “A política prevaleceu sobre o direito”; e “a decisão ofende as vítimas dos crimes de Battisti e parece contrária às obrigações firmadas nos acordos internacionais”.

De fato, como lembrado pelo ministro Frattini, os familiares das vítimas do terrorista se mostraram inconformados. “Hoje assassinaram ele pela terceira vez”, falou Maurizio Campagna, irmão de Andrea Campagna, o agente de segurança morto pelas mãos de Battisti. “Não sei o que dizer. É uma decisão absurda”, disse Alberto Torregiani.

Quem defende Battisti por ideologia, tem as mãos sujas de sangue inocente

Eu desafio qualquer pessoa a mostrar fundamentos jurídicos capazes de afastar a culpa de Battisti pelos crimes cometidos na Itália. Desafio, mas sei que ninguém conseguirá, porque as provas são claras e fartas, tanto que reconhecidas pelos próprios ministros do STF que, numa decisão teratológica, insistiram em colocar o terrorista em liberdade, prestando reverência a Lula e ao PT.

Os que se prestam a servir de arrimo para aquele sociopata homicida o fazem por afinidade ideológica. Eles não defendem Battisti porque desconhecem seus crimes. Eles o defendem porque os conhecem bem demais, e partilham a mesma utopia assassina que pretende “mudar o mundo” por meio da morte.

Basta analisar como a chamada “mídia progressista” reagiu ao julgamento: o portal Carta Maior noticia que “STF apóia Lula, derrota Berlusconi e Gilmar Mendes e solta Battisti”. É nojento! Isso entrega o que o episódio sempre foi para esses imundos: uma sorte de luta de classes. Quem sofreu uma derrota não foi Berlusconi, ou Gilmar Mendes. Foi o mundo civilizado! Mas não espero que essa gente baixa entenda isso, afinal, para eles uma Suprema Corte que “apóia” o Presidente está agindo certo… Merece aplauso, não questionamento…

No site do PSOL, aquele partido que consegue juntar “socialismo” e “liberdade”, sem explicar, contudo, como fará para que os dois opostos convivam na prática, há um manifesto em favor do terrorista. Passei os olhos na lista dos que subscreveram a coisa, e encontrei nomes como Chico César, João Pedro Stédille, e Frei Betto (só para citar alguns). O que eles têm em comum? Além de não terem qualquer conhecimento jurídico, também são simpatizantes da esquerda-extrema, exatamente a mesma linhagem política que abrigou Battisti e seu grupo terrorista. Fica evidente que compreender a sério os delitos do italiano e se posicionar juridicamente não é tão importante quanto demonstrar apoio a um “companheiro de luta”.

Aliás, o PSOL tem desde sempre esse fetiche por terroristas assassinos. Se os facinorosos são italianos, então, o tesão que os “socialistas com liberdade” sentem é máximo! Deve ser o charme mediterrâneo, I guess

Vejam o caso de Achille Lollo, outro bandido vagabundo que está umbilicalmente ligado ao PSOL, tendo atuado, inclusive, como colaborador no processo de articulação do programa partidário: Lollo descobriu que um gari (notem que não se tratava, por óbvio, de um capitalista explorador dozoperário…) tinha simpatia por um partido neofascista italiano. O que fez? Trancou a família inteira do sujeito em casa e ateou fogo ao lugar. Além do famigerado gari, Virgilio Mattei, morreu no atentado também um dos filhos dele, então com oito anos.

Virgilio Mattei, já com o corpo parcialmente cabornizado, momentos antes de morrer depois do atentado realizado por Achille Lollo.

Guardem a imagem acima na memória. Guardem também a de uma criança de oito anos em chamas. É assim que essa gente hedionda pretende construir o “outro mundo possível”. É a esse tipo de escória que o PSOL, o PT e demais braços do esquerdismo brasileiro prestam reverência, ultrajando a essência da civilização.

Epílogo

Caminho para a conclusão sabendo que já testei demais a paciência de vocês neste longo texto. Mas não poderia ser de outra forma. O assunto é escabroso demais, torpe demais para ser tratado de forma ligeira.

Admito que talvez o episódio tenha em mim um efeito maior que nos demais brasileiros. É que me sinto atingido de duas formas: como brasileiro (nascido aqui e tendo vivido sempre aqui) me sindo envergonhado. Como italiano (filho de pais que vieram para o Brasil há décadas) me sinto vilipendiado, ultrajado.

Eu nunca antes senti tanta VERGONHA da nacionalidade brasileira! Deve ser por isso que, desde a última quarta, sinto como se algo tivesse se quebrado para sempre… Sinto como se não tivesse mais duas nacionalidades, porque não me reconheço num país que se presta a acobertar o terrorismo e o assassinato de inocentes.

Trata-se de uma reação emocional? Não tenho dúvida! Mas todo ser humano é formado, também, por suas emoções, não é mesmo? E as minhas são estas agora: um país que se sujeita a receber de braços abertos e proteger sociopatas homicidas, apenas por afinidade ideológica, não me representa! Eu estou com quem luta por justiça, e o faz dentro das normas do Estado de Direito. Estou com quem vai recorrer a Haia, e tentará evitar que o Brasil ganhe destaque nos organismos internacionais, pois o Brasil agora é amigo do terror; é parte do “eixo do mal” – para usar uma expressão típica desta era pós-11/9.

Afinal, para que o Brasil quer um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU? Para defender, ainda com mais vigor, a escória? Para falar em nome de homicidas? Para ser porta-voz do terrorismo mundial? Não! O Brasil não merece se sentar ao lado das potências. Merece é estar no banco dos réus do Tribunal Internacional, ao lado de seus amigos terroristas.

Penso como seria se o “ativista” assassino fosse um direitista… Bem, acho que é bastante óbvio: o sujeito seria mandado rapidamente de volta para seu país, para mofar na cadeia. Aliás, nem é preciso imaginar. Isso já aconteceu na prática, quando o STF extraditou um vagabundo que participou da “Operação Condor”.

E, para que não haja nenhum tipo de misunderstanding, esclareço: não estou sugerindo que um terrorista de direita devesse ganhar a liberdade. ESTOU DIZENDO É QUE BATTISTI, LOLLO E DEMAIS TERRORISTAS DE ESQUERDA DEVERIAM GANHAR A CADEIA!

Aqui neste espaço, vocês vão se deparar sempre com os mesmos valores morais imutáveis que me norteiam. Sou um conservador, o que me torna aborrecidamente previsível… não tenho terroristas e assassinos de estimação! No meu mundo ideal, todos iriam para a cadeia até o fim de suas vidas, fossem de direita, de esquerda, de centro, ou do diabo que os carregue. QUEM TEM BANDIDOS DE ESTIMAÇÃO PARA DEFENDER E PROTEGER SÃO OS ESQUERDISTAS BRASILEIROS!

Pois eles que vivam com suas mãos sujas pelo sangue dos civis inocentes que seus “companheiros” mataram em nome da “causa” que partilham.

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P.S.1: Se você chegou até aqui, obrigado. Muito obrigado pela paciência de ler este desabafo.

P.S.2: Notem que o texto está recheado de links. São fontes para as coisas que afirmei aqui, a fim de reforçar o entendimento dos leitores (indicarei mais algumas fontes no último “PS”). Eu colocaria mais links estrangeiros, no original, mas sei que nem todo mundo é versado em italiano em inglês. Se citei a imprensa nacional, foi para facilitar. Anyway, se alguém acha que a “mídia” brasileira (a mesma que chama um terrorista de “ativista”!!!) está contra Battisti, basta usar o Google: chega-se facilmente a vários materiais sobre os detalhes dos crimes dele. The point it: não perca seu tempo refutando os fatos expostos acima, se não apresentar fontes para embasar seus argumentos.

P.S.3: Nenhum comentário relativizando, justificando ou diminuindo o horror dos crimes de Battisti será aceito aqui. Nunca é demais lembrar: este é um blog pessoal. Se você não gosta das regras dele e quer escrever me esculhambando, crie um blog para você. É grátis!

P.S.4: Eu realmente gostaria que vocês dessem uma conferida no artigo que escrevi lá pro Implicante. Ele está beeem menor que este e um pouco menos emocional. Vão lá!

P.S. Último (até que enfim, cacete!): Mais algumas fontes pra entender melhor o caso aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Eu realmente sugiro que esquerdistas fãs do assassino leiam mais antes de sair por aí falando besteira.

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O STF do Partido do Mensalão

Deuses insolentes

Julio Severo | 12 Junho 2011

Artigos – Governo do PT

Se os deuses do STF têm o poder divino de criar um novo modelo de família, quem lhes pode negar a pretensão de soltar assassinos? O Supremo Tribunal Federal do Brasil não está medindo esforços para ofender e indignar. Em maio de 2011, o STF atropelou a norma da Constituição do Brasil que sempre reconheceu a união estável somente como entre um homem e uma mulher e criou do nada uma legitimação para a união homoerótica. Se Deus criou homem e mulher para união, os deuses insolentes do STF, nas palavras do Dr. Zenóbio Fonseca, criaram “um novo modelo de família”. Não satisfeito com sua decisão claramente afrontosa à Constituição do Brasil, aos brasileiros e a Deus, o STF solta na sociedade brasileira o assassino Cesare Battisti, condenado na Itália pelo crime de ter tirado a vida de quatro pessoas. Battisti, que foi detido no Brasil em 2007 por ter entrado com passaporte falso, só não foi deportado para a Itália porque é da mesma religião marxista de Lula. Por influência de Lula e seu governo, o caso do assassino italiano nunca alcançou uma decisão jurídica justa, se arrastando até que, com o aumento da influência do governo marxista brasileiro, o STF achou melhor soltar Battisti do que respeitar tratados internacionais, inclusive um tratado de extradição com a Itália. Para quem já rasgou a Constituição para servir aos interesses políticos dos que queriam impor a união homoerótica sobre o Brasil, o que é servir aos interesses políticos de um assassino e seus simpatizantes da alta classe marxista do Brasil? Talvez o STF tivesse levado em consideração que com o elevadíssimo número de assassinatos no Brasil – mais de 50 mil vítimas brasileiras por ano – os assassinatos do camarada Battisti são um insignificante pingo no oceano. Se os deuses do STF têm o poder divino de criar um novo modelo de família, quem lhes pode negar a pretensão de soltar assassinos? A boa notícia é que, revoltado com a decisão desses deuses tupiniquins, o governo da Itália está retaliando, cancelando acordos com o Brasil e já chamou seu embaixador no Brasil de volta para a Itália. Todo meu apoio ao governo da Itália na defesa da justiça. Assim como o governo da Itália, nós brasileiros também temos o direito de nos indignarmos contra os deuses do STF. Seguindo o bom exemplo da Itália, gostaria que todos nós, que vimos a Constituição brasileira sendo aviltada pelo STF, pudéssemos cancelar acordos e alianças com o governo. Eu não tenho acordos e alianças com o governo marxista de Dilma Rousseff nem nunca tive com o governo de Lula, mas conheço muitos líderes católicos e evangélicos que têm. Com uma ajudazinha deles, tanto Dilma quanto o STF poderiam moderar sua falta de juízo. Se o STF pode ser politicamente pressionado na direção da injustiça, pode também, com nossa ajuda, ser pressionado na direção da justiça. Do contrário, teremos de aguentar as diabruras de um STF que solta assassinos condenados e afronta a família e tudo o que for sagrado na terra e no céu. Pelo menos, alguém está indignado e retaliando.

Apoiemos a Itália em sua revolta contra os deuses insolentes.

Como enviar seu apoio ao povo italiano:

Caro Sr. Embaixador

Como cidadão brasileiro, estou triste com a injustiça que o governo brasileiro e o Supremo Tribunal Federal cometeram contra a justiça e o povo italiano. Apoio a justiça mesmo quando o governo do meu país se desvia dela. Apoio-a mesmo quando meu governo a agride. Portanto, como minha manifestação de solidariedade ao povo italiano e às famílias das vítimas do assassino Cesare Battisti, quero registrar meu apoio às medidas do governo italiano contra a decisão insana do governo do Brasil de não extraditar o assassino de volta para a Itália.

Assinado:

Para onde enviar sua manifestação: Embaixada da Itália em Brasília S.E.S. Avenida das Nações Quadra 807 Lote 30 70420 – 900 Brasília-DF Tel.: 61 3442 9900 61 3443 1231

Email: ambasciata.brasilia@esteri.it

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Site: http://www.ambbrasilia.esteri.it

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Ideli Salvatti – de piaba a palhaço!

Futura ministra usa verba irregular em hospedagem

Por Matheus Leitão, Andreza Matais e José Ernesto Credendio:
A futura ministra da Pesca, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), gastou mais de R$ 4.000 em verba indenizatória do Senado com pagamento de diárias de um hotel em Brasília enquanto recebia auxílio-moradia, o que é irregular. O Senado informou que o uso da verba indenizatória para essa finalidade não é permitido, uma vez que os senadores já recebem um benefício para custear despesas com moradia em Brasília no valor de R$ 3.800 mensais. Ou seja, ela recebeu duas vezes pela mesma despesa.

Após ser procurada ontem, Ideli, há oito anos no Senado, disse por meio de nota ter havido um erro da sua assessoria e mandou devolver o dinheiro aos cofres públicos.
A Folha apurou que a petista pediu ainda ao Senado que apague a informação sobre o gasto no site da Casa, onde ficam registradas todas as despesas dos senadores com a verba indenizatória, após o ressarcimento. A verba, no valor de R$ 15 mil mensais, só pode ser usada para custear despesas com os escritórios dos senadores “exclusivamente no Estado do parlamentar” ou com o pagamento de aluguel de jatinho para uso dentro de seu Estado.
Conforme registro oficial, a senadora pediu e recebeu ressarcimento do Senado para pagar diárias no hotel San Marco em vários dias dos meses de janeiro, novembro e dezembro deste ano. A Casa informou que só agora, depois de questionado pela reportagem, a petista percebeu ter havido “erro”.

A Folha encontrou notas fiscais do hotel que somam R$ 4.606,68. O site do Senado só passou a dar transparência a esses gastos a partir de abril do ano passado. No mês passado, Ideli apresentou cinco notas com valores variados: R$ 260,70, R$ 747,01, R$ 475,64, R$ 571,89 e 198,99. Elas somam R$ 2.254,23. Neste mês, apresentou três notas. Somadas, elas chegam a R$ 1.607,65. Em janeiro, foi apresentada uma nota de R$ 744,80. Os senadores podem optar pelo apartamento funcional ou por usar o auxílio moradia para se hospedar em Brasília -neste caso, o auxílio é pago automaticamente mesmo que o congressista tenha casa própria na cidade.
Segundo a assessoria de Ideli, ela optou pelo hotel San Marco, um quatro estrelas em bairro nobre.

A petista liderou no segundo mandato de Lula a tropa de choque do governo no Senado. Ela defendeu colegas da base acusados de irregularidades, entre eles Renan Calheiros (PMDB-AL) e José Sarney (PMDB-AP). Defendeu ainda a então ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), quando a hoje presidente eleita foi acusada de envolvimento na elaboração de um dossiê com gastos do governo tucano. A fidelidade levou Ideli a ser convidada para o ministério da Pesca, após a derrota na eleição para o governo do Estado de Santa Catarina.

Por Reinaldo Azevedo

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IDEOLOGIA E ESCRAVIDÃO – Lavagem Cerebral

Significado de Subversão: s.f. Ação ou efeito de subverter; prática de atos subversivos; revolta, insubordinação contra a autoridade, as instituições, as leis e os princípios estabelecidos.

Conceito ideológico de subversão – Alterar sentimentos princípios e valores de indivíduos para homogeneizar seu comportamento segundo os objetivos do partido que controla o Poder. Automatizar pessoas.

1ª Etapa – Desmoralização (preparação)

2ª Etapa – Desestabilização (crise)

3ª Etapa – “Normalização” (ditadura)

Após assistir estas videoaulas leia o texto do discurso de Lula no Foro de  São Paulo em Julho de 2005 no lik abaixo: http://www.info.planalto.gov.br/download/discursos/pr812a.doc

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O Decálogo de Lenin 1913. (enviado em panfleto de Fidel para Chávez e Lula)
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Em 1913, Lenin escreveu os “Dez Mandamentos” que apresentava ações táticas para tomar o poder.

Qualquer semelhança com os dias de hoje no Brasil, não é coincidência.

Revendo a história, veremos semelhanças surpreendentes com o que vivemos em nossa pátria usurpada pelo MST e pelos petralhas que governam agora.
Aqui está o que Lenin disse:

1. Corromper a juventude e dar a liberdade sexual (Agregá-lo com DROGAS).

2. Infiltrar-se e depois controlar todos os meios de comunicação de massa.

3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando discussões sobre questões sociais.

4. Destruir a confiança do povo em seus líderes.

5. Sempre falar sobre democracia e Estado de Direito, mas sim quando a oportunidade surgir, tomar o poder sem qualquer escrúpulo.

6. Colabore com o esgotamento dos fundos públicos; desacreditar a imagem do país, especialmente no exterior e causar pânico e inquietação entre a população através da inflação.

7. Promova greves, apesar de serem ilegais nos setores vitais do país.

8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades legais não os reprimam.

9. Contribuir para destruir os valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados do Partido Democrata não deve culpar os comunistas, forçando-os, sob pena de expô-los ao ridículo, a votar somente o que é de interesse para a causa socialista.

10. Recorde a todos aqueles que possuem armas de fogo que sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
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Outros links:

http://notalatina.blogspot.com/2009/08/transcricao-da-carta-de-fidel-para.html

PT & TERRORISMO de LULA podem incendiar o Brasil!

Este vídeo foi Adicionado em 1 de setembro de 2007 08h17min. O processo está em curso, só não se sabe o dia da explosão!

http://www.youtube.com/watch?v=rDW4dwNiZ0U

http://www.youtube.com/watch?v=ndaisdVGXFI

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Não é mentira não seu Jean!

EX-BBB JEAN WYLLYS (PSOL) CHAMA POVO BRASILEIRO DE IGNORANTE

Eu estava assistindo a TV Câmara e assisti você chamar o povo de ignorante. Não sou cego nem surdo!
Você é um oportunista, sim!!!

O vídeo abaixo é a prova, veja!

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Os truques do Partido do Mensalão

 

“Com a sua prosa sóbria e elegante, Johnson faz um retrato de cada um dos principais intelectuais, desde Jean-Jacques Rousseau (1712-1778). Se um aluno iniciante nos cursos superiores ler esse livro com atenção, ficará vacinado contra a sedução socialista e comunista que é a tônica em nossas universidades.”

Nivaldo Cordeiro

O projeto de poder do Partido do Mensalão fica cada vez mais claro defendendo uma ideologia paleolítica. Cada um tem sua função:

– O kachacinha convence os incultos aglutinando votos;
– Os intelectualóides apoiam e ganham “status”;
– o butim (mais-valia) é dividido entre petralhas, banqueiros, políticos e empresários oportunistas;
– O povo PAGA!!!

Os éticos e os que produzem só reclamam…

Quem quiser ler a obra completa de Paul Johnson é só entrar no site abaixo e baixar o texto em português (pdf). Boa leitura!

Luiz Gonzaga

http://www.4shared.com/get/ZeoGfK8a/KARL_MARX_-_Biografia_-_Os_Int.html

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PODE MELHORAR, SIM!

Fica dificil para um militante gay refletir profundamente sobre o que origina uma preferência – não uma opção.

Fica dificil para um radical islâmico separar a crença do direito à vida. O comportamento reativo de certas pessoas ultrapassa os limites da razão.

Muitas vezes escolhem pertencer a uma “tribo” para minorar seu sofrimento de não ser aceito pela maioria. Ser gay não é o centro do problema; o que causa sofrimento é não ter escolhido suas preferências.

Um corpo masculino com uma cabeça feminina – e o contrário – produz um desvio da norma sociofamiliar vigente. Faz sofrer porque a identidade social de todos nós sempre estará inexoravelmente mesclada à identidade sexual.

Ambas determinam o equilibrio pessoal na convivência até o dia em que todos perceberem que sexo e preferência são apenas funções da vida. Não as ÚNICAS!

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